A depressão é uma condição séria que pode impactar diretamente a capacidade de trabalho. Em alguns casos, quando os sintomas se tornam incapacitantes, é possível ter acesso a benefícios do INSS, inclusive à aposentadoria por invalidez.
Mas afinal, quando a depressão dá direito à aposentadoria? E quais são os critérios exigidos?
Neste artigo, explicamos tudo de forma clara e objetiva.
Sim, a depressão pode dar direito à aposentadoria, desde que seja comprovado que a doença impede o exercício de atividades profissionais de forma permanente.
No entanto, esse não é o primeiro benefício concedido pelo INSS. Antes disso, geralmente o segurado passa por outras etapas.
Dependendo da gravidade da depressão, existem dois principais benefícios:
É concedido quando a incapacidade para o trabalho é temporária.
Ou seja, quando há possibilidade de recuperação com tratamento, o INSS pode conceder o afastamento remunerado por um período determinado.
Esse benefício é concedido quando a depressão é considerada incapacitante de forma definitiva, sem previsão de melhora que permita o retorno ao trabalho.
Nesse caso, o segurado passa a receber o benefício de forma contínua.
Para ter direito a qualquer benefício por incapacidade, é preciso cumprir alguns requisitos:
Além disso, será obrigatória a realização de uma perícia médica no INSS.
A comprovação é uma das etapas mais importantes do processo.
Por isso, é fundamental reunir documentos médicos atualizados, como:
Quanto mais completo for o conjunto de provas, maiores são as chances de aprovação do benefício.
Sim, o INSS pode negar o benefício, principalmente quando entende que não há incapacidade suficiente para o trabalho.
Isso acontece com frequência em casos de doenças mentais, já que a avaliação pode ser mais subjetiva.
Nessas situações, é possível recorrer da decisão ou entrar com uma ação judicial para garantir o direito.
Não.
O simples diagnóstico de depressão não garante automaticamente o benefício. O ponto principal é a incapacidade para o trabalho.
Cada caso é analisado individualmente pelo INSS.
Se houver dificuldade em conseguir o benefício ou se o pedido for negado, contar com orientação jurídica pode fazer toda a diferença.
Um acompanhamento especializado ajuda a reunir provas, evitar erros no processo e aumentar as chances de aprovação.
A depressão pode, sim, garantir acesso a benefícios previdenciários, inclusive à aposentadoria, desde que fique comprovado que a doença impede o exercício da atividade profissional.
Como cada situação é única, entender os requisitos e apresentar a documentação correta é essencial para evitar negativas e atrasos.
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